sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Mensagem aos alunos da Educação Infantil

Criança,
Um dia você foi lançada nas terras desse jardim, e foi acolhida com muito carinho.
A cada dia você era regada com muita ternura e aquecida com muitos abraços. Recebeu doses de conhecimento e algumas vezes, foi necessária, a retirada das ervas daninhas, que teimavam em aparecer.
A poda era necessária para que você continuasse a crescer viçosa.
Os dias foram passando, um brotinho ali... um galhinho acolá... e os jardineiros continuavam na expectativa de mais frutos.
Eis que a primavera chegou, e com ela o desabrochar das flores. O perfume outrora tímido, agora se fazia gostoso e inebriante.
Estamos chegando ao final de mais uma estação. Os primeiros frutos já foram colhidos, e você pequena árvore será transferida para outro canteiro.
Certamente outras mãos a acolherá e os cuidados serão os mesmos.
As folhas se renovarão e com o passar dos dias outras flores acompanhadas de frutos surgirão.
A saudade, que é sentimento dúbio, com certeza vai doer, mas vai trazer também lembranças de belos sorrisos, de inocentes peraltices, de pureza e de muito encanto.
O mais importante é a certeza que a pequenina planta se transformará em árvore frondosa. E num futuro próximo será ora árvore frutífera, ora jardineiro, e receberá em suas mãos sementes sedentas de cuidado e amor.
 Seja Feliz!
Professora Marina

Festa dos professores no Babita Camargos

A direção da Escola Babita Camargos presenteou os seus professores com Luau maravilhoso no mês de novembro do corrente ano.Além da ornamentação ter ficado maravilhosa, "os comes e bebes" estavam divinos. Foi uma noite maravilhosa , quando nos divertimos, confrat3ernizando com nossos colegas e alguns familiares destes. Mais uma vez a Direção da Escola mostrou o quanto valoriza os profissionais nos propiciando uma festa nota100000000000000000000000000000000000000000000000000000000000.

Trabalhando a Consciência Negra através de oficinas

Os educadores da Educação Infantil da Escola Municipal Babita Camargos em Contagem ,desenvolveu nas duas últimas semanas um  Projeto sobre a consciência negra. A lilteratura escolhida foi "A Menina Bonita do Laço de Fita"   e " O Tambor de Bimbolê". Escolhemos uma aluna que possui o perfil da menina da história para ser a personagem principal durante a leitura. Enfeitamos o cabelo de todas as alunas  com laço de fita vermelha. Na outra semana após a leitura do livro "O tambor de bimbolê", apresentamos as crianças  um globo terrestre para que ela visualizassem a localização  do Continente Africano e a do Brasil.Apresentamos um tambor para que elas tocasse como incentivo à confecção pelas crianças de um tambor com latas vazias de Nescau e outros. Os mesmos fizeram a pintura das latas e do barbante que serviu para enfeitá-la e pendurá-la no pescoço. O barbante  foi preso à lata  com biscuit. Esse projeto teve como objetivo enfocar a beleza negra e mostrar aos alunos que  olhar a Àfrica é ver  o Brasil.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
Curso de Pós- Graduação –

Disciplina: Práticas  discursivas em ambiente de tecnologia digital.
Professora: Else Martins
ü   Alunas: Helen Patrícia e Marina da Fonseca

      
  INTRODUÇÃO
     
                                                      LENDO E PRODUZINDO FÁBULAS

                Você está convidado a participar do projeto “Lendo e produzindo fábulas”
             Essa proposta metodológica lhe proporcionará a leitura e produção de fábulas de forma prazerosa e criativa.
     
  TAREFA
  
     Produzir uma fábula.

PROCESSO:

1-Leia a biografia de Esopo, no site www.contandohistoria.com.br/fabulas.
       http: wilkipedia.org/ wik /fábula

 Responda:

a) Em que época e onde ele nasceu?

b)Qual era a sua profissão?

 c)Como ele transmitia suas histórias ao seu público alvo?

  d) Quais eram os personagens utilizados em suas histórias?

 e)Qual era o principal objetivo de suas histórias?

2- Escolha cinco fábulas  e leia-as. 

3- Leia o que é uma fábula no site  http: wilkipedia.org/ wik /fábula

 Responda:

a) O que é uma fábula?

  b)Que elementos diferenciam  uma fábula de outras narrativas?

4-  Você vai escrever  uma fábula, pense nas seguintes questões:

a) Os personagens que aparecerão na mesma.

b)O lugar onde se passa a história. 

c)O problema a ser resolvido

d)Como os personagens conseguirão resolvê-lo .
e) Que aspecto moral será abordado.

f)  Produza uma moral para a sua fábula.

5- Reescreva o seu texto.

Recursos:
 http: wilkipedia.org/ wik /fábula

Avaliação :

  A avaliação será realizada  através de conceitos  de “ A até C” observando o grau  de envolvimento dos alunos:

        Critérios                     Conceitos
                                                 A               B          C         
1-Apresentação das respostas




2-Reconto da fábula 




3-Adequação textual




4- Produção final





LEGENDA:
A:  Realizou a atividade plenamente.
B: Realizou a atividade parcialmente.
C: Deixou a desejar na realização da atividade.




      Conclusão

 Ao final desse trabalho, vocês deverão ter ampliado seus  conhecimentos sobre o gênero textual fábula, reconhecendo o Esopo, como  “PAI” das fábulas. 
  
Crédito

 Esta Webquest surgiu como proposta de trabalho no curso de Pós-Graduação na disciplina Práticas  discursivas em ambiente de tecnologia digital.
 A professora Else Martins  nos propiciou  esse aprendizado com o objetivo  de nos mostrar que é possível realizar o trabalho de leitura e escrita com os nossos alunos através da ferramenta Webquest.  Todas as Webequests produzidas na nossa turma serão apresentadas entre nós.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Comentando o texto "O livro didático como agente de letramento digital de Carla Viana Toscarelli e Else Martins dos Santos

As autoras iniciam o texto com o sub-título "Mergulhados no informar" e afirmam que podemos viver sem os meios de comunicação existentes, mas seríamos excluídos do mundo da informação e consequentemente separados de outras pessoas . Dando continuidade elas salientam que o acesso à informação deveria ser direito das pessoas e que atualmente podemos viver sem o computador , mas sem ele somos excluídos de uma sociedade digital que se consolida a cada dia. Viana Toscarelli e Martins dos Santos comparam as crianças que possuem acesso à internet com as que não possuem, alegando que as primeiras ,certamente serão pessoas diferentes. Elas advertem que o uso da Informática com bom senso  é mais uma fonte de informação e de desenvolvimento cognitivo. As autoras exemplificam essa ideia afirmando que ler e escrever no computador gera no usuário uma forma diferente de conceber a escrita, mas afirmam também que isso não quer dizer que a informática representa uma revolução total em relação à leitura e à escrita. De acordo com elas , para serem bons  leitores ,independente do suporte , são necessárias habilidades que são essenciais para a compreensão do texto. As autoras acreditam que se o sujeito é um bom leitor ele transfere essas habilidades para um novo ambiente(Ribeiro, 2003). Elas advertem que não podemos ver o computador como um vilão, que interfere negativamente na escrita, que dificulta a leitura, que deixa os usuários perdidos e mal informados e mencionam que estudos como o de Santos(2003) mostram que estudantes , quando bem orientados , são capazes de explorar bem a variante linguística que a situação demanda.Toscarelli e Martins dos Santos enfatizam que a internet   tem criado novos gêneros textuais e recriando novas formas para gêneros já conhecidos e   novas formas de escrita. Quanto à informática na escola, as autoras enfatizam a necessidade de reflexão e uso da mesma, a fim que não tornemos ainda maior a exclusão social.Elas afirmam que o livro didático (LD) possui um papel importante no momento em que o computador está entrando na vida das pessoas, bem como mostrar para os professores como    esse universo pode fazer parte das suas aulas. As autoras esclarecem que muitos autores de (LD) lançam mão de material da internet em suas  coleções. As autoras alegam que o (LD) é uma das principais fontes de consulta dos professores brasileros e  existem atualmente vários critérios que servem de parâmetros para análise da qualidade desses livros.No  que  diz respeito ao ensino da língua nos (LD) são analisados quatro eixos, (escrita, produção de texto,conhecimentos linguisticos e oralidade). De acordo com o texto os editores  dos (LD) começaram a dar um ar de modernidade às suas produções. Alguns livros passaram a ter  formato de internet com inserção de textos dos mais variados gêneros , cuja fonte é a internet . As autoras afirmam, que esses trabalhos , entretanto,estão ainda muito voltados para o simples reconhecimento das partes que compõem cada gênero e pouco se fala dos  usos , linguagens e função social dos mesmos.Outra característica da internet já bem incorporada aos LD, segundo as autoras , é a indicação de endereços e sites educacionais que sejam valiosos para os professores usarem como apoio pedagógico, alertando assim o educador para a necessidade de se letrar digitalmente, para melhor orientar os alunos. Dew acordo com elas , quando o livro trabalha adequadamente os diversos gêneros digitais ,o professor vai também aprendendo e tendo novas ideias que, aos poucos, vai colocando em prática.

Comentando o texto" Educação e cybercultura" de Pierre Lévy

Pierre Lévy inicia o seu texto afirmando que toda e qualquer reflexão séria sobre o devir dos sistemas de educação e formação na cybercultura deve apoiar-se numa análise prévia da mutação contemporânea da relação com o saber. Dando continuidade,  ele adverte que a primeira constatação diz respeito ao surgimento e da renovação dos saberes e do know-how, completando que atualmente a maioria das competências adquiridas por uma pessoa são ultrapassadas no final de sua carreira. De acordo com o autor, a 2ª constatação diz respeito à nova natureza do trabalho, na qual a parte de transação de conhecimentos não pára de crescer.Na 3ª e última constatação, Lévy afirma que o ciberespaço suportam tecnologias intelectuais que ampliam , exteriorizam  e alteram muitas funções cognitivas humanas como a memória, a imaginação, a percepção, os raciocínios. O autor é enfático em afirmar que  essas tecnologias intelectuais podem ser partilhadas entre um grande número de indivíduos, incrementando, assim , o potencial de inteligência   coletiva dos grupos humanos.Ele adverte que está havendo uma grande mudança no que diz respeito à educação e à formação humana, exemplificando ele afirma"o que deve ser aprendido não pode mais ser planejado, nem precisamente ser definido de maneira antecipada." Assim sendo,continua o autor, tornam-se necessárias duas grandes reformas no sistema de educação e formação: a adaptação dos dispositivos e do espírito do aprendizado e no cotidiano  aberto à distância. A 2ª reforma, aponta Lévy envolve o reconhecimento do aprendido.Ele afirma que mesmo que a escola esteja perdendo seu monopólio de transmissão de conhecimento,pode ainda orientar os percursos individuais no saber e contribuir para o reconhecimento de know-how das pessoas. O autor afirma ainda que o ciberespaço permitem considerar amplos sistemas de testes automatizados e redes de transação entre a oferta e a demanda de competência. Lévy salienta que a partir de uma pequena equipe do CERN,a World Wide Web propagou -se como pólvora entre os usuários da Internet para tornar em poucos anos, um dos principais eixos do desenvolvimento do ciberespaço. Finalizando a seu texto Lévy afirma que as universidades,e cada vez mais,as escolas de 1º e 2º graus oferecem aos estudantes a possibilidade de navegar sobre o oceano de informação e conhecimento acessível pela internet.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Plano de aula Discutindo o preconceito

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
Curso de Pós- Graduação –

Disciplina: Práticas  discursivas em ambiente de tecnologia digital.
Professora: Else Martins
ü   Alunas:  Cleunice Chaves, Helen Patrícia , Marina da Fonseca  e Simone Aparecida

                                                      
                                                  Plano de Aula
                                 
                                         Trabalhando o preconceito

Faixa etária: De 11 a 14 anos

Conteúdo:  Preconceito

Objetivos:

Ø      Informar os alunos sobre o que é preconceito.
Ø      Esclarecer alguns tipos de preconceitos através dos vídeos apresentados no you tube.
Ø      Oportunizar aos alunos uma discussão sobre o assunto.
Ø      Incentivar os alunos a produzir textos referentes ao tema.

Tempo estimado: 5 aulas de aproximadamente 60 minutos

Materiais necessários: Vídeos do you tube:
 ( Preconceito Jair Claumann,)
 ( Vamos ver um mundo diferente)
( Até onde vai seu preconceito)
( Igualdade é conviver com as diferenças – Samara Tabu) 
 Caneta e  papel.

Desenvolvimento:

    Atividade 01-

Ø      Assistir os vídeos selecionados referentes ao assunto.

    Atividade 02-

Ø      Discussão direcionada sobre os vídeos apresentados.

    Atividade 03-

Ø      Produção textual de acordo com a discussão realizada.

Avaliação

Postagem do texto no blog,visitação dos colegas seguidas de comentários dos mesmos.


                                  Discussão orientada

1-     De acordo com os vídeos assistidos o que é preconceito?

2-     Além dos preconceitos apresentados nos vídeos, quais outros você conhece?


3-     Você já vivenciou  ou conhece alguém que  sofreu algum tipo de preconceito?
Conte como aconteceu.

4-     Para você  qual é o pior tipo de preconceito?


5-     Cite algumas ações favoráveis  a um mundo sem preconceito.


                  Orientação para a produção textual


1-     Escreva um artigo de opinião sobre o tema  “Preconceito”.
Lembre-se: O artigo de opinião é um texto  dissertativo / argumentativo e possui uma estrutura convencional formada por três partes essenciais:

Ø      Introdução ( Apresentação  do assunto e o posicionamento do autor)
Ø      Desenvolvimento ( Formado pelos parágrafos que fundamentam a tese)
Ø      Conclusão ( Geralmente retoma a tese, sintetizando as idéias gerais do texto ou propondo soluções para o problema discutido).
Ø      Não se esqueça de dar um título para o seu texto.